Kill Bill: The Whole Bloody Affair

chegou aos cinemas faz alguns dias do jeito que Tarantino havia idealizado, sem censura, sem corte!

De início, o diretor tinha o objetivo de lançar como um único filme no ano 2003, mas foi barrado pela Miramax (estúdio) por questões comerciais e dividido em duas partes.
O cineasta recuperou os direitos do filme, e agora está como ele sempre quis, não existe a preocupação com o excesso de violência e os banhos de sangue que são uma das marcas do diretor.
Também com diálogos tão brilhantes quanto as cenas de ação que agora estão maiores e em “cores”, outro ponto são 7 minutos de animação tão vibrantes e impactantes que me prenderam na cadeira do cinema.

Para quem nunca tinha visto fica uma experiência ainda mais rica e uma visão de Kill Bill como a definitiva, e para quem reviu como o meu caso é um deleite ver a olho nu o que Quentin Tarantino sempre quis trazer para esse filme.

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